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ROGÉRIO: “A PREFEITURA DEVE CONTRIBUIR NO COMBATE À EPIDEMIA DO CRACK”

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) lamentou a epidemia do crack nos municípios brasileiros.
Para o tucano, a integração entre o governo federal, estadual, municipal e a sociedade civil e organizada é fundamental para combater o consumo da droga no Brasil.
Recentemente, estudo mostrou que a grande maioria das cidades potiguares sofrem com a existência de dependentes, de usuários de crack, famílias que estão sendo destroçadas por essa droga, que assusta, apavora e constrange a sociedade brasileira”, disse Rogério Marinho durante o programa “Pensar Natal” exibido nesta terça-feira (24) na 96 FM. Ainda de acordo com o parlamentar, “os governos têm que se comunicar entre si, ter um cadastro atualizado dos usuários e principalmente dos traficantes. O município pode fazer sua parte no combate ao crack, alertando os jovens em relação às conseqüências do consumo”, disse Rogério Marinho durante o programa “Pensar Natal” exibido nesta terça-feira (24) na 96 FM.
Rogério também defende o estabelecimento de clínicas de reabilitação para os dependentes químicos. “É um trabalho que deve ser integrado entre governo federal, estadual e municipal para o combate ao tráfico e a construção e manutenção de clínicas para recuperação de dependentes”, finalizou Rogério.
O programa “Pensar Natal” é transmitido de segunda a sexta-feira, às 13h, na rádio 96 FM. Edições anteriores do programa podem ser encontradas no site www.rogeriomarinhopsdb45.com.br.

ROGÉRIO NA TV CÂMARA: “EDUCAÇÃO É UMA TRAGÉDIA NACIONAL”

O deputado federal Rogério Marinho, líder do PSDB na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, foi entrevistado na tarde desta terça-feira (24) no programa Participação Popular, exibido pela TV Câmara.
Por telefone, o parlamentar criticou e cobrou mudanças no atual sistema de ensino brasileiro, que considerou uma “tragédia nacional”. “O problema da Educação não se resolve apenas colocando mais recursos na área, não é simples assim. Nós precisamos fazer uma grande revolução no país no que diz respeito a qualidade do ensino, e isso começa pela formação e estímulo ao professor”, disse o deputado. Ainda de acordo com Rogério, o Governo Federal precisa definir uma “estratégia para todo o país com o objetivo de tornar o ensino da matemática mais atrativo nos primeiros anos do ensino fundamental”. Para o parlamentar, “não é possível que a sociedade brasileira aceite o fato de que quase a metade dos alunos não consiga fazer contas básicas. Isso é uma tragédia nacional”.
Além da falta de estímulo ao professor e de melhores salários para a categoria, Rogério incluiu entre os problemas do setor a questão dos currículos universitários dos futuros professores.
Segundo o parlamentar, muitos não recebem nas Universidades a metodologia de ensino adequada para repassar aos seus alunos.
Conforme os dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), os índices de aprendizagem em matemática não alcançam 20% dos alunos do Ensino Fundamental. Esse ano, o Todos pela Educação divulgou o resultado de um teste aplicado em 6 mil alunos de todas as capitais do país: 57,2% dos estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental não sabem resolver operações matemáticas básicas.
O vídeo com o programa completo está disponível no site da TV Câmara ou na página do deputado Rogério Marinho na internet (www.rogeriomarinhopsdb45.com.br).

ROGÉRIO VAI (RE)UNIR BANCADA FEDERAL PARA REVERTER VETO AO PORTO DE NATAL, no PPA

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) acredita que a presidente Dilma Rousseff (PT) foi “mal informada e mal orientada” ao decidir pela exclusão do Porto de Natal do Plano Plurianual (PPA) 2012/2015.
O parlamentar vai reunir a bancada potiguar para tentar reverter a decisão presidencial.
“Há um equívoco, a presidente Dilma foi mal orientada pelo Ministério do Planejamento. O porto é muito importante para escoar a produção do nosso Estado. Sem ele, o prejuízo continuará sendo muito grande para o Rio Grande do Norte que continuará ilhado, dependendo de outros estados para exportar sua produção”, disse Rogério a O Jornal de Hoje, que circula na tarde desta segunda-feira (23).
O deputado já começou a entrar em contato com os membros da bancada federal potiguar, além do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, e do novo presidente da Companhia Docas do RN (Codern), Terceiro Melo.
O objetivo é conseguir uma audiência com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para explicar o projeto.

CRIADO PELO DEP. ROGÉRIO MARINHO, METRÓPOLE DIGITAL INICIA SEGUNDA TURMA

O site oficial do curso (http://www.metropoledigital.ufrn.br/blog/) disponibiliza a tabela de horários da “aula zero” para cada todas as turmas.
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) inicia nesta segunda-feira (23) as aulas da segunda turma do Instituto Metrópole Digital.
Ao todo, 1,2 mil alunos começam a caminhada para a capacitação na produção de hardwares e softwares. No final do curso, todos receberão diploma de técnico habilitado em informática para internet ou rede de computadores.
O Metrópole Digital foi criado pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB) e implantado com sucesso pela UFRN. Apenas em emendas do parlamentar, o projeto já recebeu quase R$ 45 milhões oriundos do governo federal. A primeira turma teve suas aulas concluídas em 2011. O objetivo do projeto é transformar Natal, em médio prazo, numa referência em tecnologia da informação no Nordeste brasileiro. A programação para o primeiro dia de aula prevê uma apresentação geral do conteúdo do curso e sua execução. Também serão conhecidos os tutores das turmas, equipe de acompanhamento e os procedimentos para implantação das bolsas.
De acordo com Marcel Oliveira, coordenador do curso, a expectativa para 2012 é a melhor possível. “Temos a experiência positiva do ano passado e vamos melhorar muita coisa na própria execução do curso. Já temos recebido solicitações de estágio oficial para alunos”, revelou o professor.
Marcel ainda destacou os objetivos do Metrópole Digital e novas oportunidades que o projeto tem possibilitado aos jovens. “A função do curso é estimular os jovens a empreender, entrar na área de tecnologia da informação ou ingressar no curso de graduação”, disse.

NOVA CLASSE MÉDIA OU CONSUMIDORES ENDIVIDADOS? – Crônica de Rinaldo Barros

O resultado do Censo 2010 indica 190.732.694 pessoas para a população brasileira em 1º de agosto, data de referência (IBGE – http://www.ibge.gov.br/). Se considerarmos que, em 2011, houve o mesmo crescimento da média da última década, tivemos um incremento populacional de 2 milhões de almas, nestes 12 meses pós Censo. Formamos hoje, portanto, um contingente de 192.732.694 brasileiros.
Ora, o Datafolha constatou em pesquisa recente que o Brasil possui 90 milhões na badalada “nova classe média” (os que vivem com mais de 3 salários mínimos, e têm acesso ao crédito para comprar eletrodomésticos e carros populares, com prestações a perder de vista).
Se somos 193 milhões, a maioria – mais de 100 milhões – ainda continua sem ter certeza se vai almoçar amanhã, ainda se encontra mergulhada na pobreza e na miséria.
Não dá pra afirmar– como exagerou o Datafolha – que “o Brasil é de classe média”.
Até há pouco tempo classificados como pobres ou muito pobres, esses 90 milhões de “novos consumidores” melhoraram de vida e começaram a usufruir vários confortos típicos de classe média. Sua ascensão social revela uma novidade: pela primeira vez na História, esses segmentos crescem sua capacidade de consumo no Brasil. São hoje 47% da população (eram 44% em 2002), conforme estudo da FGV.
Sem dúvida, essa população emergente, com seu desejo de continuar a consumir e seu foco no progresso pessoal, é um sintoma de que o Brasil está melhorando. Em todos os países que alcançaram um alto grau de desenvolvimento econômico e social, a maioria dos habitantes pertence às camadas médias.
Conhecer este fenômeno é, portanto, fundamental para entender o futuro do Brasil. Quem são essas pessoas? Como melhoraram de vida? Que impacto podem provocar? Quais desafios trazem para o país?
A população brasileira aumentou, mudou do ponto de vista educacional e atravessou uma revolução demográfica que reduziu o tamanho da família. Essa dinâmica cria a possibilidade de expansão da economia, movimenta o mercado interno e põe mais gente no elevador social.
Todavia, é importante compreender que a expansão da classe média e a redução da desigualdade de renda não é fenômeno ocorrido apenas no Brasil. Ele vem ocorrendo simultaneamente – e de forma acelerada – em todas as economias emergentes, sobretudo na China e na Índia.
A explosão da classe média teve início há cerca de dez anos, ainda não atingiu seu pico e, se a crise deixar, deve durar pelo menos mais dez anos. Um estudo recente do banco de investimento Goldman Sachs – intitulado O Meio que Cresce – estima que, até 2030, 2 bilhões de pessoas terão se juntado à “classe média mundial”, conceito que, para o Goldman Sachs, inclui pessoas (e não famílias) com “rendimento pessoal mensal” entre US$ 500 e US$ 2.500 (no Brasil isso seria entre R$900,00 e R$4.500,00).
Por sua vez, os analistas Dominic Wilson e Raluca Dragusanu, que assinam o relatório, estimam que, em 20 anos, essa classe média, bem mais restrita que a descrita pelos otimistas cálculos brasileiros, será 30% da população mundial.
De outro ponto de vista, constatamos que o mundo inteiro é diariamente marcado por manifestações que refletem a insatisfação popular contra a ordem econômica, a qual se contrapõe aos interesses da maioria da população.
Da Tunísia ao Egito, passando por Espanha e Chile. Esse sentimento é canalizado pelo movimento “Ocupe Wall Street”, são protestos anticapitalistas que se espalham por várias cidades estadunidenses, e culminou com o Dia de Ação Global (outubro de 2011), que mobilizou centenas de milhares de pessoas em 900 cidades de 82 países.
Essas manifestações podem ser sintetizadas pelo slogan “Nós somos os 99%”, com a máscara do “V” de Vingança simbolizando que a maioria da população se sente oprimida por uma pequena e privilegiada elite política e financeira. Menos no patropi, é claro, onde todo dia jorra leite e mel e o sabiá canta maviosamente.
Aqui, no patropi, como sói acontecer, há uma tendência de forçar a barra para construir um novo “conceito técnico”, a partir da “renda familiar” de R$1.500,00 em diante, aliada ao endividamento no médio prazo; redesenhando o perfil dos consumidores de bens e serviços, e tentando fazer acreditar – quase irresponsavelmente – que a economia vai continuar em crescimento contínuo e sem crise ad perpetuam rei memoriam.
Tudo com um objetivo pragmático muito claro: longe de fundar uma nova classe média; pretende a atual elite política e financeira brasileira, isso sim, continuar anestesiando a plebe ignara e enganando os incautos – endividados – até as próximas eleições.

ATREVIDA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA ESTRATÉGIA POLÍTICA – Escrito por Miranda Sá

Publicado originalmente no blog do Miranda Sá – http://mirandasa.wordpress.com/2012/01/19/artigo-semanal-de-livre-expressao/
Não sei explicar como resolvi escrever esta atrevida contribuição à estratégia política. Pode ter sido uma “cosmovisão filosófica” de quê falava do general Meira Matos ou a “ultra-inquisitorial clarividência de todas as neurona acordada” como poetizava Augusto dos Anjos. Sei que tive vontade de levar aos meus selecionados leitores esta idéia.
Já conto com quase 3.000 seguidores que me envaidecem e me orgulham por terem discernimento e cultura; brasileiros teem régua e compasso para medir e aferir as análises que recebem no planeta da Informação.
É, acima de tudo, esta companhia letrada, que me leva a registrar – na tipologia gutemberguiana – como vejo a conjuntura sócio-política do Brasil. E, garanto, faço-o como patriota e amante das liberdades individuais.
Antes mais nada assumo com repugnância a recusa em aceitar a visão simplista da bi-polarização partidária no nosso País. Não sinto, nem vejo o povo brasileiro servil ao esquema dicotômico PSDB – PT; a minha análise é de que nossa realidade política é um caleidoscópio de legendas, tendências e facções configurando interesses variados sejam individuais ou coletivos.
Sigo o velho princípio de que as coisas são como são, e não como queríamos que fossem. E assim, vejo que a repartição do Brasil entre dois partidos é tática comum dos ideólogos petistas e tucanos para convencer a opinião pública dessa fantasia. O que querem é atingir seu objetivo ambilateral, o poder. Simplesmente o poder; nada mais do que o poder.
No campo restrito das conferências, notícias plantadas em jornais e deduções pretensiosas não aparecem discrepâncias… Se diferenças há no passo de ganso do PT e na tímida marcha do PSDB, encontramos somente a divergência em relação à estratégia.
Auto-assumidos sociais-democratas, petistas e tucanos terminam caindo no famigerado populismo. Para alcançá-lo, o PSDB criou uma porção de bolsas-auxílio, penduricalhos esmoladores que o PT aproveitou, unificou, maquiou e dessa maneira abriu um curral eleitoral de novo tipo. Com eleitores do “Bolsa-Família”.
O feudalismo político do PT-governo é que surpreendeu. O partido que propunha mudar o Brasil, adotou a política da surpresa, da terra arrasada, da contra informação, do uso de mercenários, do favoritismo político e, a mais diabólica de todas, a nomeação de suseranos ministeriais, com descarada corrupção em benefício próprio e do grupo político.
O Ministério do PT-governo é um Frankenstein com órgãos aproveitados de Clausewitz, Cesar Bórgia, Stálin, Mussolini e algum DNA de Al Capone. Com isso, os tucanos se assombraram e começaram a improvisar enquanto oposição.
Os acadêmicos do PSDB parecem seguir as lições de Sun Tzu, espelho intelectual da paciência chinesa, que ensinou: “O bom estrategista é aquele que é capaz de derrotar o inimigo sem atacá-lo, de conquistar a cidade inimiga sem destruir seus bens e ocupar um território sem combates sangrentos”.
… E foi assim que os tucanos quiseram fazer oposição. Poupando o adversário, dando-nos como exemplo a campanha de José Serra, derrotado por um poste… Isso não é oposição nem aqui nem na China. A réplica política tem que ser imediata, requerendo uma sincronia de inteligência e agilidade; a contestação deve aproveitar o descontentamento do povo.
Como não faz nenhuma coisa nem outra, o PSDB deve se contentar conseguindo manter o domínioem São Pauloe Minas Gerais, um café com leite no sentido literal. E chistoso.
Os funcionalismo está sem reajustes salariais; os aposentados continuam desprezados, os industriais discordam da política econômica; os estudantes estão insatisfeitos com as suas representações assumidas por pelegos.
A oposição se omite preguiçosamente diante deste quadro. O PT, negligente, compra consciências com o dinheiro do contribuinte. Duas táticas para a social democracia…